Pedro, Cade a Ju?

 
 
29 August 2015
Pedro

Flores + Tikal

 

# Dias: 2 (Agosto, 2015)

Quando cruzamos a fronteira de Belize para a Guatemala esperávamos (por completa ignorância nossa, claro) algo parecido com a pobreza suja do sudeste asiático. Mas a verdade é que o país é super bem ajeitadinho. Ainda que a nossa pobreza latina possa ser parecida com a asiática, o nosso povo é muito, mas muito mais vaidoso (e não de uma forma negativa, mas no sentido de se preocupar com a própria aparência, com a roupa que veste, com o lar em que vive, etc.). Então, seguimos felizes para Flores, nossa próxima parada. E, como quem já esteve aqui sabe, ninguém vai a Flores por causa de Flores (e Flores não é nada mais do que uma ilha minúscula, na cidade de Santa Elena). Todos viajantes que passam por aqui estão em busca da antiga cidade maia de Tikal. E, do meio da selva e do nevoeiro, eis que surgem aquelas construções impressionantes de pedra. O sítio arqueológico é realmente imenso (sim, pode levar muitas e muitas horas para visitar boa parte dele), ainda não está repleto de turistas e mantém aquele ar autêntico que talvez já não exista mais em Chichén Itzá. Depois de tudo o que já vimos da cultura mesoamericana em nosso continente, poderíamos com tranquilidade dizer que se você conhece Machu Picchu, Teotihuacán e Tikal, você já tem uma boa visão do que há por aí. Talvez seja hora de se arriscar no Egito, na Jordânia ou no Camboja!

Onde Dormimos: Hotel Villa del Lago (razoável -- avaliação tripadvisor).

Fica a Dica: Não escolha nem o primeiro horário (3:00 da manhã), nem o mais conveniente (8:00 da manhã). O melhor horário para visitar as ruínas de Tikal é justamente o horário intermediário (4:30 da manhã). Você irá perder o nascer do sol do alto do templo quatro, é verdade, mas terá as ruínas todas só para si. Podem confiar.

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